quinta-feira, 22 de abril de 2010

Adeus,Adeus,Adeus Meu Amor

Talvez a necessidade de um amor que nos destruiu
Perdemos a essência da vida quando não conseguimos juntar os pedaços
Agora mais do que nunca o mundo em volta chora...
Desesperado ele simplesmente chora.
E quando podemos chamar alguém de irmão
De família
O adeus te rasga por dentro...
A vida se acaba com a raiva camuflada
Que espera o momento
Queria correr para longe antes que você soubesse
Meu coração esta desgasto de mais
Não podemos destruir o que não tem mais nele
Se eu estivesse sozinho talvez não pudesse odiar
Acho que não te mereço
Cada pedaço meu ainda aprecia seus abraços
Mas tudo isso acabo
Ninguém da conta de suportar
Meu desejo era que eu nunca te conhece afinal
Assim ninguém cairia em espinhos no final...
Eu me venderia pra te ter aqui de novo
Mas eu fui banido do meu interior a muito tempo...




Raul R.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Então existiu uma poesia aqui....

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Eu não quero conter

Eu quero a gosto

Poque se é isso mesmo a verdade que sinto

Então que seja pra sempre

Eu não quero saber

Não tenho vontade

Só que em pensar em como eu quero tanto

Chega a ser uma ambição desgraçada

mas eu quero

Quero que isso exploda

então também vou rir da sua linda cara.

Perolas da vida

Aquele que um dia faliu ...
Como posso perdoar ?
Mas a quem perdoar mesmo ?
Pela causa de que ?
Sinto-me como se fosse um cego e pudesse ver.
Só que no final todos sabemos
A fome sempre vence

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Poema ao eulírico

A você tenho que confessar esse desejo ardente,
Que a algum tempo me fez parar de pensar
Me deixou doente,sem poder entender....
Porém,todavia,nós éramos,fomos e somos apenas humanos
sentimos as mesmas vontades de formas diferentes.
Então tinha-mos aquela necessidade de amar um ao outro..
Eu costumava sentir a vida,ao sentir seus lábios.
Isso me mantia na mesma situação doentia continuamente,
Só que ,tudo era uma camuflagem para esconder nossos égos.
Na verdade nunca esteve lá
Nunca amamos
Apenas odiamos
Porque no fundo sabíamos,
Afinal de conta , somos iguais
Mas, passamos por fazes diferentes
Me recusarei a lutar,
Vou morrer aqui mesmo,
Porque vocês são todos iguais,
Mentem para manter o controle.
Se eu pudesse...Desejaria ardentemente
Como eu desejaria....
Desejaria que todos sempre fossem crianças imunes a dor

....

Nós somos os diabolicos
Os novos mensageiros da morte
O suicídio da mente
As coisas erradas que cercam o mundo
A palavra discriminada
Porém,nós,não somos iguais,nem manipulados pelas ideias empregadas a frente
Nós somos poetas que aprenderam a seguir caminhos diferentes